Quanto tempo eu perdi acreditando que o amor era algo simples, que tu sentia, demonstrava e vinha de volta da outra pessoa, simples assim. Quanto tempo eu perdi me apaixonando a toa, perdendo algumas noites de sono ou dormindo mal por causa de quem não me queria da mesma forma que eu queria, quantas noites eu passei sonhando com meus planos pra um futuro bom e nada se concretizava. Acostumado a levar não e surpreso com sim, fui ficando mais racional em relação ao que eu sinto. Passei a sentir não só com o coração, mas com o cérebro também. Virou quase uma questão de estratégia, tenho que ir andando na ponta dos pés, devagar, fazendo o meu sem cometer erro algum para não perder quem eu quero. Toda essa racionalidade e maciças doses de frieza me fazem bem, mas ainda tenho alguns surtos de "amor". Agora, raramente acontecem, mas acontecem. Odeio me apaixonar, não é segredo nenhum pra quem me conhece bem, fico mal quando acontece. Não espero que aconteça e nem forço pra não acontecer, mas não sei mais se acredito tanto assim nisso tudo.
http://www.youtube.com/watch?v=jZMELpgu2gw
domingo, 29 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Eu, Gremista
Minha história com o Grêmio começou quando era pequeno ainda. Eu tinha por volta de 3 anos e ganhei de presente de uma amiga da mãe um time de botão do Grêmio e, segundo a mãe, a primeira página de jornal que eu peguei na vida tinha a reportagem do Grêmio campeão da Copa do Brasil de 1989. Faz tempo. O primeiro título que eu lembro bem é a Libertadores de 1995, sei até hoje de cabeça aquele time. A primeira vez que me fez sofrer eu também lembro: o Mundial daquele ano foi duro de engolir, aquela derrota nos pênaltis pro grande Ajax. Ótimas lembranças do Campeonato Brasileiro de 1996, aquela patada do Ailton pra fazer o gol do título e Paulo Nunes jogando o que sabia e não sabia. A primeira vez que vi um milagre tricolor foi na Copa do Brasil de 1997, quando empatamos o primeiro jogo no Olímpico contra o Flamengo em 0x0 e empatamos em 2x2 num Maracanã lotado. Calamos uns 100 mil. 98 e 99 foram anos com campanhas médias e times igualmente médios. A eliminação pro Xavante no Gauchão de 98 em casa foi duro de engolir, mas vida que segue.
Lembro bem da primeira vez que chorei pelo Grêmio. Copa do Brasil de 2001, estádio do Morumbi entupido de corinthianos e nós tínhamos empatado em 2x2 em Porto Alegre. O mundo contra nós e a imprensa toda apostando contra, dando pleno favoritismo ao Corinthians. 3x1 na boca do mundo, inesquecível! Em 2003, no nosso centenário, formamos um time sofrível, quase fomos para a segunda divisão nacional. Em 2004, caímos, mas não chorei. Aquele não era o Grêmio que eu conhecia, aqueles jogadores não fizeram valer o êxito que o clube merecia.
2005 veio e veio cruel. O nosso ídolo Hugo De Leon começou o ano na casamata e passamos horrores no Gauchão. A série B viria. Sofremos demais e o último jogo foi uma batalha, a Batalha dos Aflitos. Com 7 jogadores, juíz contra, toda a catimba e sujeira do adversário e 2 pênaltis desperdiçados pelo Náutico. Vencemos! Estávamos de volta a Série A! O lugar de onde nunca devíamos ter saído. Desde então, o Inter teve a sua ascensão e o Grêmio caiu um pouco, mas nunca perdemos nossa glória, nossa mística!
Não quis citar os estaduais, por serem títulos de importância não tão grande assim. 95, quando ganhamos com o Banguzinho, 99 com o Ronaldinho humilhando o grande Dunga, etc.
Lembro de alguns ídolos que tive nesses anos: Danrlei, Arce, Adílson, Dinho, Paulo Nunes, Jardel, Ronaldinho (apesar do que fez depois), Sandro Goiano, Anderson, Anderson Polga, Rodrigo Fabri, Lucas, Victor, etc.
Enfim, assim se resume minha paixão pelo Grêmio, desde piá até hoje.
Lembro bem da primeira vez que chorei pelo Grêmio. Copa do Brasil de 2001, estádio do Morumbi entupido de corinthianos e nós tínhamos empatado em 2x2 em Porto Alegre. O mundo contra nós e a imprensa toda apostando contra, dando pleno favoritismo ao Corinthians. 3x1 na boca do mundo, inesquecível! Em 2003, no nosso centenário, formamos um time sofrível, quase fomos para a segunda divisão nacional. Em 2004, caímos, mas não chorei. Aquele não era o Grêmio que eu conhecia, aqueles jogadores não fizeram valer o êxito que o clube merecia.
2005 veio e veio cruel. O nosso ídolo Hugo De Leon começou o ano na casamata e passamos horrores no Gauchão. A série B viria. Sofremos demais e o último jogo foi uma batalha, a Batalha dos Aflitos. Com 7 jogadores, juíz contra, toda a catimba e sujeira do adversário e 2 pênaltis desperdiçados pelo Náutico. Vencemos! Estávamos de volta a Série A! O lugar de onde nunca devíamos ter saído. Desde então, o Inter teve a sua ascensão e o Grêmio caiu um pouco, mas nunca perdemos nossa glória, nossa mística!
Não quis citar os estaduais, por serem títulos de importância não tão grande assim. 95, quando ganhamos com o Banguzinho, 99 com o Ronaldinho humilhando o grande Dunga, etc.
Lembro de alguns ídolos que tive nesses anos: Danrlei, Arce, Adílson, Dinho, Paulo Nunes, Jardel, Ronaldinho (apesar do que fez depois), Sandro Goiano, Anderson, Anderson Polga, Rodrigo Fabri, Lucas, Victor, etc.
Enfim, assim se resume minha paixão pelo Grêmio, desde piá até hoje.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Ah, o Verão...
Vamos falar sobre o Verão, essa bela estação do ano QUE EU ODEIO, DO FUNDO DA MINHA ALMA!!! Seguinte, como tudo na vida, esse meu ódio pelo Verão tem uma explicação.
Calor, muito calor: No Inverno tu te protege do frio usando roupa. E no Verão, como fica? Andar pelado na rua dá cadeia.
Os "hits" do Verão: Os famosos hits do verão, pérolas da música brasileira, inesquecíveis. Vocês lembram da grande banda Parangolê? Lembrei agora, eles devem estar anônimos e mortos, aí ressurgem das cinzas no Carnaval (tema para outra postagem). Esse Michel Teló é outro que vai morrer no anonimato pq não tem moral nem capacidade pra se manter por muito tempo. Em compensação, hits de verão dos 80 e 90 muita gente lembra. Superioridade total.
Praia entupida de gente: Aquela coisa bonita, farofada no domingo, aquele bando de camarão ambulante zanzando pela praia que se parecem muito com pessoas, os tais hits de verão tocando a todo volume nos carros com porta-malas aberto, pro som do alto falante sair melhor, uma tropa de boludo desocupado se metendo a jogar bola pra impressionar as mulheres, com aquelas bunda que as vezes parecem 2 maracujás que ficaram no sol. Normalmente a bola vai vir pro teu lado e não se pode furar a bola, tem que ser civilizado, se fazer de simpático. Gente passeando com cachorro também é algo a se levar em conta. O cusco cagando na areia e, algumas vezes na água, e os donos nem aí.
Não falo mal dos cachorros, pois são seres irracionais (o ser humano fica um pouco abaixo disso)e crianças, pois são inocentes e é bom isso, deixa a gurizada se divertir. Vendedores de picolé, milho, caipira e afins também não tem culpa de nada, estão ali ganhando o pão deles de cada dia.
No Balneário Cassino, interessante é ficar na avenida, dando uma banda, conhecendo gente, andando com os amigos. E de noite é melhor.
Respeito quem goste do tal Verão, mas eu não sou lá essas coisas de chegado, não.
Calor, muito calor: No Inverno tu te protege do frio usando roupa. E no Verão, como fica? Andar pelado na rua dá cadeia.
Os "hits" do Verão: Os famosos hits do verão, pérolas da música brasileira, inesquecíveis. Vocês lembram da grande banda Parangolê? Lembrei agora, eles devem estar anônimos e mortos, aí ressurgem das cinzas no Carnaval (tema para outra postagem). Esse Michel Teló é outro que vai morrer no anonimato pq não tem moral nem capacidade pra se manter por muito tempo. Em compensação, hits de verão dos 80 e 90 muita gente lembra. Superioridade total.
Praia entupida de gente: Aquela coisa bonita, farofada no domingo, aquele bando de camarão ambulante zanzando pela praia que se parecem muito com pessoas, os tais hits de verão tocando a todo volume nos carros com porta-malas aberto, pro som do alto falante sair melhor, uma tropa de boludo desocupado se metendo a jogar bola pra impressionar as mulheres, com aquelas bunda que as vezes parecem 2 maracujás que ficaram no sol. Normalmente a bola vai vir pro teu lado e não se pode furar a bola, tem que ser civilizado, se fazer de simpático. Gente passeando com cachorro também é algo a se levar em conta. O cusco cagando na areia e, algumas vezes na água, e os donos nem aí.
Não falo mal dos cachorros, pois são seres irracionais (o ser humano fica um pouco abaixo disso)e crianças, pois são inocentes e é bom isso, deixa a gurizada se divertir. Vendedores de picolé, milho, caipira e afins também não tem culpa de nada, estão ali ganhando o pão deles de cada dia.
No Balneário Cassino, interessante é ficar na avenida, dando uma banda, conhecendo gente, andando com os amigos. E de noite é melhor.
Respeito quem goste do tal Verão, mas eu não sou lá essas coisas de chegado, não.
Breve Apresentação
Olá, mais um blog excluído, mais um blog criado. Esse é pra ficar. Sou um singelo estudante de História Licenciatura que puxa pra Jornalismo as vezes. Não gosto de quase nada atual. Odeio os programas de hoje, assim como a música atual. Coração dividido entre Grêmio e Rio Grande, com uma certa simpatia pelo Brasil-Pel. Apaixonado por flashback (Anos 80, de preferência), meio grosso com quem merece e não faço questão de ser simpático pra ninguem. Meio irônico de vez em quando, mas normal. Normal não, meio louco, pq ser normal deve ser muito chato. No mais é isso, não demorarei para fazer a primeira postagem "oficial". Divirtam-se!
Assinar:
Comentários (Atom)